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Caixa de Whisky encontrada no Pólo Norte

Foi encontrado cinco caixas de Whisky e brandy que pertenciam ao explorador Ernest Shackleton, numa cabana no ambiente gelado do pólo sul.

O Whisky estava numa cabana utilizada pelo explorador numa fracassada expedição para atingir o Polo Sul, entre 1907 e 1908.

Algumas garrafas estavam avariadas depois da formação de gelo no seu interior, mas outras estavam intactas. Segundo Richard Paterson master blender da destilaria White and Mackay (fundada em 1843ma Escócia), fornecedora do Whisky ao Shacketon, a receita original com a mistura dos maltes não existe mais. Mas se o conteúdo puder ser extraído com segurança e analisado será possível reproduzir a receita original.

Explorador Ernest Shackleton

A expedição de Shacketon chegou a 160 quilômetros de seu objetivo final. Mas foi obrigado a deixar parte dos equipamentos e mantimentos – incluindo o whisky –  devido a formação de gelo no mar por causa do inverno.

O primeiro explorador a chegar ao pólo sul foi o Norueguês Roald Amundsen em  14 de Dezembro de 1911.

Caros leitores ao navegar pela internet encontrei este interessante artigo sobre uma loja em Los Angeles, EUA, que é especializada em vender garrafas de vinhos com rótulos danificados, mas com conteúdo em perfeito estado, com cerca de 50% de desconto. As vendas são realizadas pela internet.

Segue abaixo link com a reportagem completa.

http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL1435325-9356,00-LOJA+NOS+EUA+VENDE+VINHOS+COM+GARRAFAS+ACIDENTADAS+PELA+METADE+DO+PRECO.html

Venda de vinho cresce 12% no Nordeste em 2 anos

A participação do Nordeste em relação ao consumo nacional de vinhos importados saltou de 1% para 13% do fim de 2007, quando a substituição tributária – que determina que o ICMS deve ser recolhido pelo fabricante, e não mais pelo comerciante – foi estendida ao setor, até hoje.

Principal responsável pelo incremento, a mudança na forma de tributação conseguiu eliminar sonegadores que comercializavam a bebida na região e impulsionou a importação do produto diretamente da Europa para os estados nordestinos, reduzindo até pela metade o preço ao consumidor de alguns rótulos anteriormente comprados de distribuidores fixados nos grandes centros do país.

Enquanto o mercado vinícola da Região Nordeste segue em expansão, o do Sudeste mantém-se estagnado, mas ainda prospecta 48% do consumo nacional, correspondendo à maior fatia no consumo da bebida.

O louvável crescimento da participação nordestina no setor chamou a atenção dos produtores europeus. Portugal, por exemplo, já enxerga a região como um possível 2º canal de vendas no Brasil devido à boa localização, o que reduz as despesas com transporte.

De acordo com Adalberto Benevides, diretor da importadora de vinhos Domaine Montes Claros, antes da substituição tributária, 90% dos vinhos importados vendidos no Nordeste passavam antes por grandes centros, como São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Apesar de não ter dados específicos, Benevides garantiu que esse dado vem se diluindo, mesmo com a forte concorrência do comércio da bebida pela internet.

Mesmo com o otimismo dos produtores com relação ao crescimento do consumo, o vinho no Brasil ainda não tem a mesma relevância como em outros países. No País, o consumo per capita/ano é de apenas três litros. Já no Chile e na Argentina, o consumo anual chega a 36 litros por pessoa ao ano.

Fonte: diário do Nordeste

À medida que o tempo passa, mais pessoas se mostram comovidas com a situação desumana do Haiti e se oferecem para ajudar.

 Desta vez, participantes da comunidade de fãs de vinhos e gastronomia Verema.com decidiram doar algumas de suas garrafas, de coleções de vinhos particulares, para levá-las a leilão, que vão direcionar os lucros para as vítimas do terremoto no Haiti.

 Outra ajuda importante deve vir das Bodegas Vega Saúco, da D.O de Toro, que colocou em prática a idéia de também realizar um leilão, através do portal Ebay, de uma coleção de vinhos Toro Vega Saúco, que têm mais de 20 anos. A página ficará ativa por nove dias, com o preço inicial em 200 euros.

 A coleção, formada por doze vinhos das safras de 1986, 1989, 1990 e 1995, “são únicos para colecionadores”. Toda a receita do leilão também será revertida em ajuda para os haitianos.

Fonte: www.academiadovinho.com.br

Tour Mistral 2009

A Mistral, importadora de vinhos, realizou em 2009 a 3º edição do Tour Mistral, uma grande degustação de vinhos com alguns dos maiores nomes da vinicultura mundial, proporcionando uma verdadeira viagem pelo panorama vinícola de dez países, tanto da Europa (venho mundo) como de outros países (novo mundo). Desta forma proporcionando ao consumidor a oportunidade de viajar pelos aromas e sabores típicos de cada região, além de poder tirar dúvidas direto com o produtor, enólogo ou um profissional da vinícola ali presente.

O tour Mistral foi realizado em cinco capitais brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília e Curitiba. Desta forma ajudando a divulgar o mundo do vinho pelo país.

A direita Ciro Lila dono da importadora Mistral a esquerda o enófilo Marco Antônio

Entre os nomes de destaque nesta edição, está o enólogo português Luis Pato, conhecido como “o revolucionário da Bairrada” por ter produzido vinhos de classe com a até então rústica uva Baga; o italiano Tancredi Biondi Santi, da Castello di Montepó, responsável por supertoscanos de prestígio, como o consagrado Sassoalloro; o espanhol Miquelàngel Cerdá, proprietário da Anima Negra, que produz empolgantes vinhos orgânicos em Mallorca e com a casta nativa Callet; Diogo Campilho, enólogo da Quinta da Lagoalva, um dos principais produtores da emergente região portuguesa do Ribatejo, com seu cultudo Syrah, para muitos o melhor do país; Douglas Murray, proprietário da Viña Montes, pioneira em vinhos de alta qualidade no Chile; e as italianas Elisabetta e Chiara Nonino, da Grappa Nonino, verdadeira grife e grande referência em destilados de bagaço de uva.

Vários produtores aproveitarão para lançar no Brasil novos rótulos durante o evento, como o esperado Amayna Syrah, concebido para ser um dos melhores tintos do Chile com esta variedade; o Cuvée Alexandre Carmenère, da Casa Lapostolle, um “mini” Clos Apalta (eleito o “melhor vinho do mundo” pela Wine Spectator em 2009); Luis Pato levou o novo espumante Touriga Nacional, entre outras novidades.

a direita enólogo da vinícola Tikal com uma garrafa magnum do Tikal Patriota

Para mim uma das grandes surpresas do evento foi uma garrafa Magnum do TIKAL PATRIOTA 07 elaborado com as uvas Bonarda (60%) e Malbec (40%), produzido pela vinícola Tikal – do Ernesto Catena. Um vinho moderno e totalmente diferente com Cor cereja escuro com uma certa turbidez, Aromas de ameixas maduras, cassis, tabaco, especiarias, café torrado, lírio. Na boca taninos potentes e macios, com bom corpo, além de uma excelente acidez típica da Bonarda. Boa persistência e retrogosto. Álcool totalmente integrado. Realmente uma boa opção um vinho com pedigree.

O Tour Mistral realmente foi um dos grandes eventos do mundo do vinho no ano de 2009 no Brasil.

O setor vinícola brasileiro comemora o bom resultado das vendas de 2009 que alcançou um crescimento de 12% em relação a 2008. Conforme levantamento do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), divulgado no dia 20/01/2010, a comercialização de vinhos elaborados no Rio Grande do Sul – responsável por cerca de 90% da produção nacional – chegou a 240 milhões de litros de vinhos finos e de mesa comercializados entre Janeiro a Dezembro do ano passado, ante 214,5 milhões de litros colocados nos 12 meses de 2008.

Segundo o diretor-executivo do Ibravin, Carlos Raimundo Paviani, o ano passado representa uma safra positiva para o setor vitivinícola brasileiro que vinha sofrendo queda nas vendas deste 2005. “Encerrar o ano com resultados de dois dígitos, em um ano marcado pela crise econômica, foi uma vitória importante”, observa. “Os resultados positivos são animadores e mostram que o setor deve continuar investindo na promoção de vendas e no convencimento dos consumidores de que a qualidade dos vinhos nacionais está em constante evolução”, avalia.

Paviani, contudo, pondera que, apesar das boas vendas de 2009, o setor ainda amarga um déficit de 18% comparado ao volume comercializado em 2005.

Baseado no otimismo dos produtores nacionais para esta nova safra que esta se iniciando provavelmente o setor vinícola nacional colherá ótimos números.

Fonte: www.academiadovinho.com.br

Queijo Serra da Estrela

QUEIJO SERRA DA ESTRELA

QUEIJO SERRA DA ESTRELA

Considerado um dos melhores queijos do mundo e ícone de Portugal, o Queijo Serra da Estrela tem uma história bem peculiar que se estende por mais de 2.000 mil anos.  

Atribui-se aos Romanos, a introdução da fabricação do queijo de ovelha na Península Ibérica. Esses conhecimentos rapidamente chegaram aos Montes Hermínios (actual Serra da Estrela) por razões da Flora Natural existente, do clima e da raça de ovelha Bordaleira nasceu o “Queijo Serra da Estrela”.

Produzido na região Serra da Estrela que tem uma legislação rígida para produzir este queijo ícone lusitano, a D.O.P (Denominação de Origem Protegida), que consiste na utilização do nome de uma região ou país, definidas na legislação da União Européia para designar um produto dela originário cujas características são definidas ao meio geográfico especifico.

 A elaboração do legitimo queijo Serra da Estrela D.O.P é feito com leite de ovelha cru, da raça Bordaleira, coalhado pela flor do cardo, planta nativa da região e sal, a temperatura fria da serra cria naturalmente condições ideais para uma maturação adequada.

FLOR DE CARDO
FLOR DE CARDO

Este fantástico queijo lusitano apresenta uma crosta lisa, fina e bem formada, de cor amarelo palha, com uma textura fechada e mediamente amanteigada (não necessariamente a escorrer). Seus aromas revelam um bouquet suave e no palato ligeiramente acidulado.

Existe ainda o Queijo Serra da Estrela velho, que é obtido através de uma maturação mais prolongada, de no mínimo 120 dias, que lhe proporciona uma textura semi-dura de cor alaranjada.

Caros leitores a harmonização deste queijo lusitado é uma das combinações dos sonhos com um vinho, para esta bela harmonização podemos utilizar um vinho também lusitado e muito famoso, o Vinho do Porto. Mas o Queijo Serra da Estrela também pode ser harmonizado com Vinho Madeira e tive o prazer de fazer esta harmonização e foi uma das melhores e mais perfeitas harmonizações da minha vida, foi um final de jantar expetacular que sugiro a todos que pelo menos uma vez na vida façam esta harmonização espetacular.

Recomendo a todos uma excelente leitura sobre a região no site: http://arcozelodaserra.wordpress.com/

Fonte:Site: http://arcozelodaserra.wordpress.com/serra-da-estrela/tipicamente-serrano/queijo-serra-da-estrela/#comment-43 e. Revista de Vinhos edição nº 196.

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Caros amigos enófilos esta não é mais uma “matéria padrão” sobre Bordeaux abordaremos neste blog um tema que causou muitos comentários e perspectivas no mundo do vinho, os preços dos primeur da safra 2008.

Da mesma forma que os anos prósperos em Wall Street e créditos baratos ajudaram a criar uma bolha nos imóveis, ações e outros ativos, os preços dos melhores vinhos mundiais subiram junto com a bolha financeira também criando uma bolha no mundo do vinho.

Segundo o índice da London International Vintners Exchang, que acompanha 100 vinhos de primeira linha, a maior parte de Bordeaux, quase triplicou, em termos de dólares, entre fevereiro de 2005 e agosto de 2008

O sistema “em primeur”, ou compra futura de vinho, permite os consumidores a comprar os vinhos ícones enquanto ainda estão nos barris, desta forma permiti aos consumidores e investidores a chance de adquirir vinhos a preços que apresentam potencial de grande alta, para os produtores permite receber dinheiro por uma parte de sua produção.

Os preços futuros do vinho por muito tempo variaram basicamente de acordo com a qualidade das safras. Mas isso tinha aparentemente mudado depois da excepcional safra de 2005 que gerou uma disparada dos preços. As safras de 2006 e 2007 foram apenas médias, mas os preços não caíram, dada a chegada ao mercado de um contingente de novos ricos dispostos a gastar.

Agora, muitos dos especuladores que propeliram os preços a alturas extraordinárias desapareceram, ou se tornaram de compradores em vendedores. Devido a este novo cenário mundial os produtores de Bordeaux se depararam num novo dilema, abaixar ou não os preços dos vinhos da safra de 2008, que foi melhor que 2006 e 2007.

Conforme a empresa consultora Wine Intelligence os consumidores de vinhos em geral não reduziram seu consumo de vinhos, apenas se adaptaram comprando vinhos numa faixa de preço menor.

Baseado neste novo cenário mundial os Produtores de Bordeaux se adaptaram reduzindo os preços de seu primeur 2008, segundo o Chateau  Mouton Rothschild, uma das grande vinícolas francesas,  a queda nos preços não tem nada a ver com a qualidade dos vinhos mais sim ao mercado mundial que esta numa situação muito ruim.

Na opinião deste humilde Enófilo, esta situação vai poder proporcionar a oportunidade de degustarmos vinhos Franceses bons numa faixa de preço bem mais acessível, pois já conseguimos encontrar vinhos Francês bons numa faixa de preço a partir de R$ 65,00.

Fonte: Sites: terranotícias; decanter.com e Wine Spectator.

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Esta é a conclusão da primeira etapa de um estudo realizado por profissionais da Universidade do Chile com o apoio da Fundação para a Inovação Agrária (FIA) – a fim de desenvolver novas perspectivas e inovações de negócios para os pequenos agricultores no país.

O estudo concluiu que seis espécies de madeira nativa teriam um maior potencial para a utilização na indústria vinícola. As com maior potencial para ser usado no envelhecimento de vinhos seriam: chileno Roble, o Quillay o Raulí, Hazel, Louro e Ulmo.

Nos estudos foram levados em conta as características físicas, químicas, e composição das diferentes espécies nativas. E foram constatados conteúdo similar de polifenóis e taninos das madeiras de uso tradicional (carvalho americano e francês).

Os vinhos que passaram pelo teste, segundo a FIA, conseguiram boa aceitação por parte do painel de degustadores.

Este fato é de muita importância, em virtude da demora do crescimento, das árvores de carvalho, tanto os americanos e os franceses, que em média tem que esperar cerca de 100 a 200 anos para poder utilizá-la.

Fonte: http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=es&u=http://www.fia.cl/&ei=hpHuSZaCJ4WmM8qQ-OkP&sa=X&oi=translate&resnum=1&ct=result&prev=/search%3Fq%3DFundaci%25C3%25B3n%2Bpara%2Bla%2BInnovaci%25C3%25B3n%2BAgraria%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DG

Bordeaux Safra 2008

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A safra de 2008 em Bordeaux foi mais uma vez salva por uma mudança tardia no clima. Caracterizado por extremos, passando de condições de geada leve precoce; chuva durante a floração, bem como o sol, tempestades e umidade.

O final do inverno foi mais quente do que esperado, promovendo assim o crescimento e brotação precoce das castas, principalmente da Merlot. No período de maio o clima se estabilizou, mas durante o período de floração, que vai até julho, ouve uma inconstância no clima com chuva e frio que afetou a produtividade.

O padrão irregular continuou no verão, alternado com dias de sol e Calor com tempestades e granizo isolado, proporcionando um amadurecimento irregular.

Mas felizmente na segunda semana de setembro o tempo ficou estável e seco com temperaturas mais elevadas, que durou até outubro, proporcionando o amadurecimento das uvas e o desenvolvimento dos fenóis 10 dias mais tarde do que 2007, permitindo que a vinha recupera-se e as uvas amadureceram refletindo seu terroir.

O atraso da colheita favoreceu o Cabernet Sauvignon na margem esquerda. Suas características são: cores escuras, vigorosa e firmeza equilibrado com a acidez, mas com taninos macios.

Na margem direita, houve coerência e emoção, o Merlot e Cabernet Franc estão sedutoras proporcionando aromas e sabores combinados com estrutura e concentração.

A safra de 2008 foi melhor que 2007. Jancis Robinson (jancisrobinson.com) elogia os vinhos tintos desta safra, pois os bons vinhos mostram adoráveis aromas, paladar frutado, taninos sedosos e acidez elegante que lhe confere um longo final de boca.  

Fonte: Decanter & Wine Spectator

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