QUEIJO SERRA DA ESTRELA

QUEIJO SERRA DA ESTRELA

Considerado um dos melhores queijos do mundo e ícone de Portugal, o Queijo Serra da Estrela tem uma história bem peculiar que se estende por mais de 2.000 mil anos.  

Atribui-se aos Romanos, a introdução da fabricação do queijo de ovelha na Península Ibérica. Esses conhecimentos rapidamente chegaram aos Montes Hermínios (actual Serra da Estrela) por razões da Flora Natural existente, do clima e da raça de ovelha Bordaleira nasceu o “Queijo Serra da Estrela”.

Produzido na região Serra da Estrela que tem uma legislação rígida para produzir este queijo ícone lusitano, a D.O.P (Denominação de Origem Protegida), que consiste na utilização do nome de uma região ou país, definidas na legislação da União Européia para designar um produto dela originário cujas características são definidas ao meio geográfico especifico.

 A elaboração do legitimo queijo Serra da Estrela D.O.P é feito com leite de ovelha cru, da raça Bordaleira, coalhado pela flor do cardo, planta nativa da região e sal, a temperatura fria da serra cria naturalmente condições ideais para uma maturação adequada.

FLOR DE CARDO
FLOR DE CARDO

Este fantástico queijo lusitano apresenta uma crosta lisa, fina e bem formada, de cor amarelo palha, com uma textura fechada e mediamente amanteigada (não necessariamente a escorrer). Seus aromas revelam um bouquet suave e no palato ligeiramente acidulado.

Existe ainda o Queijo Serra da Estrela velho, que é obtido através de uma maturação mais prolongada, de no mínimo 120 dias, que lhe proporciona uma textura semi-dura de cor alaranjada.

Caros leitores a harmonização deste queijo lusitado é uma das combinações dos sonhos com um vinho, para esta bela harmonização podemos utilizar um vinho também lusitado e muito famoso, o Vinho do Porto. Mas o Queijo Serra da Estrela também pode ser harmonizado com Vinho Madeira e tive o prazer de fazer esta harmonização e foi uma das melhores e mais perfeitas harmonizações da minha vida, foi um final de jantar expetacular que sugiro a todos que pelo menos uma vez na vida façam esta harmonização espetacular.

Recomendo a todos uma excelente leitura sobre a região no site: http://arcozelodaserra.wordpress.com/

Fonte:Site: http://arcozelodaserra.wordpress.com/serra-da-estrela/tipicamente-serrano/queijo-serra-da-estrela/#comment-43 e. Revista de Vinhos edição nº 196.

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Caros amigos enófilos esta não é mais uma “matéria padrão” sobre Bordeaux abordaremos neste blog um tema que causou muitos comentários e perspectivas no mundo do vinho, os preços dos primeur da safra 2008.

Da mesma forma que os anos prósperos em Wall Street e créditos baratos ajudaram a criar uma bolha nos imóveis, ações e outros ativos, os preços dos melhores vinhos mundiais subiram junto com a bolha financeira também criando uma bolha no mundo do vinho.

Segundo o índice da London International Vintners Exchang, que acompanha 100 vinhos de primeira linha, a maior parte de Bordeaux, quase triplicou, em termos de dólares, entre fevereiro de 2005 e agosto de 2008

O sistema “em primeur”, ou compra futura de vinho, permite os consumidores a comprar os vinhos ícones enquanto ainda estão nos barris, desta forma permiti aos consumidores e investidores a chance de adquirir vinhos a preços que apresentam potencial de grande alta, para os produtores permite receber dinheiro por uma parte de sua produção.

Os preços futuros do vinho por muito tempo variaram basicamente de acordo com a qualidade das safras. Mas isso tinha aparentemente mudado depois da excepcional safra de 2005 que gerou uma disparada dos preços. As safras de 2006 e 2007 foram apenas médias, mas os preços não caíram, dada a chegada ao mercado de um contingente de novos ricos dispostos a gastar.

Agora, muitos dos especuladores que propeliram os preços a alturas extraordinárias desapareceram, ou se tornaram de compradores em vendedores. Devido a este novo cenário mundial os produtores de Bordeaux se depararam num novo dilema, abaixar ou não os preços dos vinhos da safra de 2008, que foi melhor que 2006 e 2007.

Conforme a empresa consultora Wine Intelligence os consumidores de vinhos em geral não reduziram seu consumo de vinhos, apenas se adaptaram comprando vinhos numa faixa de preço menor.

Baseado neste novo cenário mundial os Produtores de Bordeaux se adaptaram reduzindo os preços de seu primeur 2008, segundo o Chateau  Mouton Rothschild, uma das grande vinícolas francesas,  a queda nos preços não tem nada a ver com a qualidade dos vinhos mais sim ao mercado mundial que esta numa situação muito ruim.

Na opinião deste humilde Enófilo, esta situação vai poder proporcionar a oportunidade de degustarmos vinhos Franceses bons numa faixa de preço bem mais acessível, pois já conseguimos encontrar vinhos Francês bons numa faixa de preço a partir de R$ 65,00.

Fonte: Sites: terranotícias; decanter.com e Wine Spectator.

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Esta é a conclusão da primeira etapa de um estudo realizado por profissionais da Universidade do Chile com o apoio da Fundação para a Inovação Agrária (FIA) – a fim de desenvolver novas perspectivas e inovações de negócios para os pequenos agricultores no país.

O estudo concluiu que seis espécies de madeira nativa teriam um maior potencial para a utilização na indústria vinícola. As com maior potencial para ser usado no envelhecimento de vinhos seriam: chileno Roble, o Quillay o Raulí, Hazel, Louro e Ulmo.

Nos estudos foram levados em conta as características físicas, químicas, e composição das diferentes espécies nativas. E foram constatados conteúdo similar de polifenóis e taninos das madeiras de uso tradicional (carvalho americano e francês).

Os vinhos que passaram pelo teste, segundo a FIA, conseguiram boa aceitação por parte do painel de degustadores.

Este fato é de muita importância, em virtude da demora do crescimento, das árvores de carvalho, tanto os americanos e os franceses, que em média tem que esperar cerca de 100 a 200 anos para poder utilizá-la.

Fonte: http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=es&u=http://www.fia.cl/&ei=hpHuSZaCJ4WmM8qQ-OkP&sa=X&oi=translate&resnum=1&ct=result&prev=/search%3Fq%3DFundaci%25C3%25B3n%2Bpara%2Bla%2BInnovaci%25C3%25B3n%2BAgraria%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DG

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A safra de 2008 em Bordeaux foi mais uma vez salva por uma mudança tardia no clima. Caracterizado por extremos, passando de condições de geada leve precoce; chuva durante a floração, bem como o sol, tempestades e umidade.

O final do inverno foi mais quente do que esperado, promovendo assim o crescimento e brotação precoce das castas, principalmente da Merlot. No período de maio o clima se estabilizou, mas durante o período de floração, que vai até julho, ouve uma inconstância no clima com chuva e frio que afetou a produtividade.

O padrão irregular continuou no verão, alternado com dias de sol e Calor com tempestades e granizo isolado, proporcionando um amadurecimento irregular.

Mas felizmente na segunda semana de setembro o tempo ficou estável e seco com temperaturas mais elevadas, que durou até outubro, proporcionando o amadurecimento das uvas e o desenvolvimento dos fenóis 10 dias mais tarde do que 2007, permitindo que a vinha recupera-se e as uvas amadureceram refletindo seu terroir.

O atraso da colheita favoreceu o Cabernet Sauvignon na margem esquerda. Suas características são: cores escuras, vigorosa e firmeza equilibrado com a acidez, mas com taninos macios.

Na margem direita, houve coerência e emoção, o Merlot e Cabernet Franc estão sedutoras proporcionando aromas e sabores combinados com estrutura e concentração.

A safra de 2008 foi melhor que 2007. Jancis Robinson (jancisrobinson.com) elogia os vinhos tintos desta safra, pois os bons vinhos mostram adoráveis aromas, paladar frutado, taninos sedosos e acidez elegante que lhe confere um longo final de boca.  

Fonte: Decanter & Wine Spectator